Dicas para usar tijolos aparentes na decoração

Capazes de conferir conforto térmico e acústico e proporcionar um clima rústico e aconchegante aos ambientes, os tijolos aparentes agradam em cheio e nunca saem de moda. Sua utilização, no entanto, pode gerar algumas dúvidas como, por exemplo: “posso ter uma parede com tijolos aparentes também em apartamento?”

Para fazer uma parede de tijolo aparente pode-se optar por uma alvenaria totalmente estruturada no tijolinho ou usar somente um revestimento que recobre a parede original”. Sendo assim, é possível utilizar o recurso tanto em casas quanto em apartamentos, sem a necessidade de grandes intervenções. Uma boa notícia para quem quer dar um toque especial ao lar.

Outra dúvida frequente é sobre como evitar que os tijolos soltem aquele pó nada agradável. Mas, para isso, também há solução. “O ideal é que se utilize resina no acabamento. Outra opção – que pode trazer mais leveza – é o acabamento a base de cal, como se fosse uma ‘caiação’, ou requeimado laminando, para um acabamento mais uniforme.

As paredes com tijolos aparentes necessitam de cuidados. Por isso, é importante contar com uma orientação profissional a fim de saber quais produtos usar, dependendo da situação de cada parede. Assim, este detalhe da casa ficará sempre limpo e terá maior durabilidade. Além disso, para manter a beleza e evitar o desgaste é necessário impermeabilizar os tijolos.

O tijolinho é sensível nas quinas e costuma machucar com facilidade. “Para evitar acidentes, há uma opção mais resistente oferecida pelo mercado: são os revestimentos em tijolinho em modelos variados, que trazem os mesmo atributos de um tijolo natural, porém são finos e assentados como uma cerâmica convencional”, ensinam.

FONTE: Hagah

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Como escolher a porta ideal

Pivotante, camarão, de correr… Enquanto algumas são perfeitas para impressionar as visitas logo na entrada de casa, outras se mostram ótimas pedidas para poupar espaço.

Quem disse que a única opção para seu projeto é aquela porta básica, que abre e fecha do modo convencional? Antes de decidir, saiba que há um tipo de mecanismo de abertura para cada necessidade. Os modelos de correr, por exemplo, fazem maravilhas quando a ideia é ganhar preciosos centímetros em ambientes apertados; por outro lado, não ficam muito bem na entrada da casa. O mesmo acontece com a porta sanfonada e com a camarão, aliadas de quem deseja economizar área.

As pivotantes, por sua vez, são modernas e imponentes – por isso mesmo, perfeitas para dar as boas-vindas aos convidados e moradores. E, claro, até os exemplares mais básicos têm suas vantagens, pois oferecem um precinho camarada e combinam com qualquer cômodo. Pense bem no objetivo que deseja atingir antes de bater o martelo. Fazer a escolha certeira para cada situação e finalidade é muito importante, pois ajuda a garantir a durabilidade da peça.

PIVOTANTE
Seu funcionamento é similar ao de uma porta comum. A diferença está nas ferragens que regulam a abertura: em vez de dobradiças, é preciso instalar dois pinos, chamados de pivôs, que prendem a peça em cima e embaixo – o ponto adequado deve ser definido pelo instalador. O pivô regula o quanto da folha irá abrir para fora e também o trecho (sempre menor) que deverá girar no sentido contrário. Atenção às medidas: as pivotantes devem ter no mínimo 0,80 x 2,10 m. Recomendadas para a entrada da casa, uma de suas desvantagens é o preço mais salgado.

COM ABERTURA CONVENCIONAL
É a opção mais simples, em conta e fácil de instalar. A folha recebe três dobradiças em uma de suas laterais, que é fixada ao batente. Entre seus principais trunfos está a boa vedação, que garante conforto térmico e acústico aos ambientes. Não à toa, esse tipo é o mais utilizado, e indicado para todos os cômodos da casa. É possível encontrá-lo em diferentes medidas, padrões e materiais, sendo a madeira – maciça ou não – o mais comum.

CAMARÃO
Conhecido também como articulado, esse tipo chama atenção pelo sistema de abertura. Funciona assim: três dobradiças comuns interligam duas ou mais folhas presas ao eixo central do batente e encaixadas em um trilho superior. Basta empurrar a primeira: ela deslizará sobre as outras até que as mesmas fiquem recolhidas em um dos cantos do vão. Indicada para pequenos espaços, pode ser usada em varandas, cozinhas, salas e até em quartos.

SANFONADA
Como o nome já diz, o movimento dessa porta lembra o de uma sanfona – as pregas são bem visíveis quando ela está aberta (não fica com aparência lisa, como a camarão). Folhas maiores articuladas são interligadas por dobradiças e ficam presas a um trilho superior, responsável por deslocá-las. É uma opção bastante indicada para locais com metragem reduzida, principalmente em cozinhas e banheiros. Está disponível em modelos de PVC, que exigem pouca manutenção e resistem à maresia. Outra vantagem é o preço.

DE CORRER (APARENTE)
As portas de correr oferecem um ganho de até 6% de espaço, já que não é necessário fazer o movimento de giro para abri-las. O sistema depende de um trilho, que pode ficar aparente ou embutido (no forro de gesso ou em um batente). Presa a essa peça principal por roldanas, a folha corre para os lados – quando há duas, uma se esconde atrás da outra. O modelo permite a passagem do vento, o que compromete seu uso na entrada da casa, por exemplo.

DE CORRER (EMBUTIDA)
É possível embutir portas deslizantes em paredes de alvenaria comum ou gesso acartonado (drywall), desde que tenham pelo menos 12,5 cm e 7,3 cm de espessura, respectivamente. “Antes, verifique se não há vigas, colunas ou se a divisória tem função estrutural”, diz a arquiteta Ivana Seabra. Será preciso quebrar a superfície para introduzir um perfil de aço zincado, que deverá ser instalado no vão e abrigará a folha quando ela estiver dentro da parede. Depois da instalação, o rasgo é recomposto com drywall e finalizado com massa corrida e pintura.

FONTE: Minha Casa

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O pisca pisca na decoração

Todo mundo adora luzes de Natal! Mas, ao longo do ano, elas ficam encostadas e sem muita utilidade. Então, que tal encontrar maneiras criativas para reaproveitá-las? Uma bela iluminação pode fazer toda a diferença na hora de enfeitar um ambiente!

Com o pisca-pisca que está em desuso, é possível fazer lindas luminárias para usar em casa o ano todo.

As luzes também podem deixar a decoração do seu lar ou de uma festa ainda mais charmosa!

A boa notícia é que existem inúmeras ideias para reaproveitar as luzes de Natal e que você só vai precisar de alguns materiais simples e um pouco de dedicação e paciência para executar os projetos.

Confira algumas sugestões de uso e combinações incríveis que você mesma pode fazer em casa.

Fonte: Site Dicas de Mulher

 

 

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A tendência do cimento queimado na decoração

O uso do cimento queimado para o revestimento de pisos e paredes é cada vez mais comum entre arquitetos, designers de interiores e, principalmente, dentre as pessoas que estão totalmente ligadas às novidades do mundo décor. É uma tendência que agrega charme e personalidade aos ambientes.

O revestimento se destaca pela beleza rústica do concreto de alta resistência e por sua versatilidade, que foge da mesmice, propondo um diferencial na decoração, ou seja, dispensando as desgastantes reformas, uma vez que ele é de fácil aplicação e baixo custo.

A técnica de aplicação continua sendo a de “queima”, em que uma desempenadeira de aço raspa o produto, daí o nome cimento queimado.

A alta aderência em diversos substratos otimiza o tempo de reforma, pois não é necessária a remoção de revestimentos pré-existentes. Sua aplicação é monolítica e uniforme, ou seja, dispensa juntas de dilatação, já que tem contração e dilatação controladas. Uma das principais características do cimento queimado é as tradicionais nuances de cores que são preservadas na aplicação, o que destaca a beleza do produto na decoração.

Flexível e durável, o cimento queimado atualmente possui várias alternativas de cores e acabamentos. Com a modernidade, além de revestir piso e parede, pode ser utilizado em móveis e escadas.

Fonte: Blog Lopes

 

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Cinco dicas para evitar umidade e mofo

Com as baixas temperaturas invernais, deixar as janelas fechadas e ficar muito tempo embaixo do chuveiro durante os banhos são atitudes tentadoras. Embora convidativas, elas podem causar grandes problemas para a casa, já que provocam umidade e, consequentemente, paredes com mofos e bolhas. Para evitar estes males indesejáveis, confira algumas dicas valiosas:

1. Abra as janelas e evite umidade, bolhas e mofo!

Mofo e bolhas nas paredes são causados por umidade, que, por sua vez, é intensificada quando o ambiente é pouco ventilado. Logo, a dica número um para evitar a umidade e cortar o mal pela raiz é deixar a casa mais aberta e, logo, aumentar a ventilação dos espaços. Permita, sobretudo, a circulação de ar na cozinha e no banheiro, que são os dois cômodos mais úmidos e onde mais são encontrados mofos e bolhas.

2. Combata bolhas

Se uma parede está úmida, qualquer aumento de temperatura pode facilitar a formação de vapor d’água. Em uma parede pintada com uma tinta impermeável ou pouco diluída, esse valor fica preso e, ao se expandir, provoca o surgimento de bolhas. Para evitar bolhas, uma dica é preferir tintas permeáveis e diluí-la bem, isso vai permitir que o vapor d’água não fique “preso” e provoque bolhas ao se expandir. No caso de paredes já pintadas, essa dica pode ser colocada em prática após descascar (com uma espátula, por exemplo) a parede com bolhas.

3. Sem mofo

O mofo também pode se propagar devido à umidade. Uma dica para evitá-lo é esfregar as paredes com uma escova de cerdas mais resistentes para retirar o bolor. Em seguida, deve-se passar água sanitária, deixar por alguns minutos e lavar a parede. Depois, deve ser passado um impermeabilizante e uma tinta.

4. Móveis cheirosos, sem mofo e longe de umidade

Não são apenas as paredes as vítimas do mofo. Problemas com infiltração ou umidade também são frequentes em móveis. No caso de móveis embutidos, a melhor maneira de combater a umidade é ficar atento à parede em que ele está acoplado. Se há um guarda-roupa embutido em uma parede de um quarto que dá para um banheiro, por exemplo, a umidade provocada pelo vapor d’água produzido no banheiro pode fazer com que o lado da parede do quarto seja prejudicado e estrague o móvel. Nesse caso, a indicação é impermeabilizar um dos dois lados da parede (o do quarto ou o do banheiro). Não há a necessidade de repetir o processo nos dois lados. No caso de não-embutidos, a dica é deixar o móvel a uma distância de 5 cm da parede.

5. Faça você mesmo um saquinho anti-mofo

Para finalizar, sugerimos uma dica simples: um saquinho anti-mofo com giz de lousa!  Ele pode ser colocado no seu guarda-roupa e evitar que suas roupas e objetos mofem. Mas, atenção às dicas anteriores: não adianta fazer esse saquinho anti-mofo e deixar seu móvel encostado em uma parede úmida.

Fonte: Casa Abril 

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Como usar marsala na decoração

Marsala é um tom curioso. Ao mesmo tempo que é quente, é uma cor neutra, e suas variações combinam harmoniosamente com várias outras cores também neutras.

Por ser uma cor escura, não é todo ambiente que ela pode predominar, como nas paredes por exemplo. Por outro lado, o tom dá um toque mais intimista e ao mesmo tempo mais requintado, pra quem procura elegância e também conforto.

A cor também é super aconselhada para donos mais dramáticos, intensos, cheios de personalidade. Também traz um contraste mega chique com móveis e objetos de estilo mais rústico. Outra dica é usar a cor na área externa, super indicado em jardins. Por ser um tom terroso, cai super bem no contraste com as plantas.

Quem acha o tom pesado pode trabalhar nos detalhes. Almofadas, molduras, tapetes e cortinas podem ser uma boa opção para investir na cor. No inverno então, você pode apostar mais ainda!

FONTE: Vila Mulher

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Dicas para aplicar massa corrida

Quem nunca teve aquela vontade de reformar a casa, mudar uma coisa ali, fazer uma manutenção aqui e se sentiu inseguro para fazer o reparo sem a ajuda de um profissional? De fato, muitas vezes a manutenção da casa parece um bicho de sete cabeças, mas é só questão de informação para economizar um bom dinheiro com pedreiro e colocar a mão na massa, mesmo que sem experiência. Como tudo na vida tem a sua primeira vez e estes processos são uma questão de prática, consertar uma torneira pingando ou aplicar massa corrida na parede são tarefas distintas, mas igualmente estimulantes para o marinheiro de primeira viagem disposto a realizar pequenas reformas sozinho.

Com as nossas dicas, aplicar massa corrida vai se tornar algo bem mais simples do que você imagina. Saiba como fazer:

Prepare (muito) bem a parede

O segredo para deixar a massa corrida lisinha, sem desníveis na superfície, é a preparação eficaz da parede. Para isso, é necessário caprichar e lixar bastante para depois passar um selador. Paredes internas devem receber massa corrida pura. Já as externas devem ser emassadas com massa acrílica. Em paredes velhas que estejam “esfarelando” ou soltando pedaços, a finalização deve ser realizada com fundo preparador de paredes.

Verifique se a parede não tem buracos ou imperfeições – depois da aplicação, estes defeitos ficam mais aparentes. Reboques com rebarba precisam de uma passada de espátula ou lixa de ferro número 40.

Escolha a ferramenta certa para a aplicação

Espátula, compressor industrial ou desempenadeira: o resultado final depende bastante da escolha da ferramenta para a aplicação da massa corrida. No caso das desempenadeiras, há modelos específicos para diferentes tipos de acabamento e fins, como o nivelamento, alisamento ou decoração da parede. Para o nivelamento, são recomendadas as desempenadeiras lisas, superlisas ou com espuma. Já os acabamentos decorativos pedem modelos para efeito grafiato ou com glaze e gel.

Se você deseja uma ferramenta mais versátil, opte pelas desempenadeiras com função dupla, como as com borracha e as feitas para texturização.

Use luz para corrigir imperfeições

Uma dica que auxilia bastante o processo de aplicar massa corrida é ter uma lâmpada bem próxima enquanto o trabalho é feito, permitindo visualizar os defeitos com mais facilidade. Faça uso da luz em diferentes níveis para se certificar do resultado.

Faça a limpeza do local

Depois de lixar bem a parede, passe uma vassoura para tirar a poeira. A massa demora aproximadamente quatro horas para secar, a depender das condições climáticas. Assim que a massa corrida estiver bem seca, passe um pano seco na parede para limpar e, em seguida, um úmido para tirar a poeira. É importante usar uma máscara durante todo o processo para não respirar a poeira, nem da parede e nem da massa.

Tenha cuidado na hora da aplicação

Se a massa estiver dura, dilua o material em água até que fique cremoso. Porém, nunca misture água salobra ou cal, já que estes itens estragam a pintura. Quanto à aplicação da massa, você pode escolher fazê-lo vertical ou horizontalmente – o truque é espalhar a massa corrida até um metro e meio, iniciando de onde começou e tirando o excesso até onde você terminou. Faça isso em toda a superfície para deixar o acabamento mais bonito. Este procedimento tapa todos os poros do reboco. Para lugares altos, utilize uma escada ou um andaime.

Reaplique a massa corrida após três minutos e repasse com a desempenadeira para retirar as rebarbas. A segunda demão deve ser passada somente após a primeira ter secado por completo. Para garantir que a parede fique bem lisa, volte a lixar no dia seguinte com uma lixa 220.

FONTE: Blog Casa Show

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Como usar pastilhas na decoração

Feitas de uma multiplicidade de materiais, as pastilhas sempre dão certo quando o assunto é reforma. Seja pela beleza do material, ou pelo trabalhoso acabamento, esse tipo de revestimento nunca sai de moda.

O mercado tem desenvolvido pastilhas dos mais diversos materiais, como porcelana, vidro, cerâmica e até bambu. A gama de produtos é grande, assim como o preço também pode variar bastante.

As pastilhas de vidro apresentam brilho e transparência se comparadas com as de cerâmica. As de vidro geralmente são mais caras e requerem uma atenção especial na hora de serem aplicadas. Elas são mais escorregadias que as de cerâmica e por isso devem ser evitadas como piso.

Se o rejunte tiver falhas, é possível que o mofo por trás das pastilhas de vidro se torne visível. É no rejunte que está o segredo de como fazer esse material ter maior durabilidade. O processo de aplicação é trabalhoso e se feito da maneira correta pode ser o sucesso da decoração.


As pastilhas vem coladas em papel e o segredo fica na junção dessas placas para que a divisa entre elas não fique aparente. Nas pastilhas com textura e irregularidades propositais, essa aplicação pode ser um desafio ainda maior.

Existem também argamassas específicas para o assentamento de pastilhas. Elas são mais colantes e aderentes. O cuidado com esse material deve permanecer depois da aplicação. Os fabricantes recomendam que as pastilhas sejam limpas com uma solução de ácido muriático diluído e água na proporção de 1:1. Limpando assim, o brilho do material e o rejunte estarão limpos e conservados.

Apesar de geralmente serem encontradas em banheiros e cozinhas, as pastilhas permitem grande variedade de aplicação. O local onde o material será usado, porém, influencia muito em qual modelo escolher. Nas áreas molhadas, dê preferência para os materiais antiderrapantes e os cerâmicos. Porém, em piscinas recomenda-se o uso de pastilhas de vidro. As feitas de material cerâmico podem se expandir e causar infiltrações.

Há no mercado pastilhas com os cantos boleados que afastam o perigo de machucados e por isso são usualmente aplicadas em piscinas. É possível fazer a aplicação de placas de canto reto, entretanto, o cuidado com o rejunte deve ser redobrado nesses casos.

As pastilhas podem ser aplicadas quando a intenção é fazer o ambiente parecer maior. Pastilhas pequenas realmente promovem sensação de amplitude em um cômodo, mas é preciso tomar cuidado com os tamanhos. Para faixas estreitas e paredes menores, os modelos de 2,0 x 2,0cm e 2,5 x 2,5cm são recomendados. Áreas mais extensas como piscinas, pisos e paredes pedem formatos maiores.

Os modelos de 1,0 x 1,0cm são perfeitos para mosaicos. É com essas peças que se pode ganhar precisão e fazer mosaicos dignos da cultura bizantina.

FONTE: Bimbon

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Cortinas para box de banheiros

Utilizar cortina no box pode ser a solução para quem quer dar ao seu banheiro um toque pessoal, extravagante, divertido e ainda fazer economia. Elas são bem mais baratas que o blindex de vidro ou de acrílico e protegem o espaço de respingos, conferindo um toque especial à decoração, não importando o tamanho do seu banheiro.

Essas cortinas são confeccionadas nas mais diversas padronagens que vão do liso básico, com desenhos, até as mais coloridas ou temáticas, atendendo a todos os gostos, quer sejam para meninas, meninos, jovens ou adultos.

Vantagens:

  • São fáceis de colocar;
  • Podem ser retiradas para lavar;
  • Podem ser trocadas com facilidade (inclusive mensalmente, por exemplo, para mudar a decoração);
  • É possível encontrá-las com várias estampas;
  • Pode ser combinada com as cores e acessórios do seu banheiro;
  • Se fixada com um tubo retrátil, não exige que a parede seja furada;
  • Possuem baixo custo.

FONTE: Clique Arquitetura

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Tijolo ou bloco?

Existem tijolos e blocos feitos com diferentes matérias-primas e tamanhos. Divididos em duas categorias – estruturais ou de vedação –, eles são, em grande parte, responsáveis pela qualidade da construção e pelos gastos gerados na obra. Por isso, antes de decidir, avalie a relação custo-benefício.

Calcule o preço final do metro quadrado

Esta é outra dica importante. O custo do metro quadrado de alvenaria acabada deve orientar a escolha. Embora o preço do milheiro de um produto possa custar mais do que outro, você deve ficar atento ao rendimento: mil blocos custam mais do que mil tijolos comuns, mas, em compensação, eles rendem mais.

Além disso, os produtos que têm precisão dimensional levam menos tempo para serem assentados e ainda economizam reboco. Já um tijolo mais barato, por exemplo, pode apresentar variações de medidas que acabam resultando em gastos com correções de prumo e mão-de-obra. Portanto, pense bem antes de escolher e lembre-se: quanto melhor a qualidade do material, menor o desperdício.

Confira as opções:

Tijolo comum

Proporciona conforto térmico e acústico para a casa, mas, por outro lado, é necessário um grande número de tijolos para se construir um metro quadrado de parede. Por isso, os gastos com argamassa e mão-de-obra são maiores. Outra característica desse tipo de material é a falta de perfeição dimensional das peças. Ou seja, por mais habilidoso que seja o pedreiro a alvenaria pode ficar irregular.

Tijolo Baiano

Só pode ser usado como vedação porque não suporta cargas estruturais. É o tipo de tijolo mais barato do mercado, mas tem altos índices de quebras e produz muito entulho no canteiro de obras. Por isso, os especialistas recomendam que sejam comprados 30% de peças a mais do que o necessário. Além disso, assim como o tijolo comum, o baiano também não tem precisão dimensional. Ou seja, requer mais gastos com material de reboco e mão-de-obra, principalmente na etapa de nivelamento das paredes. Mas, se comparado ao tijolo comum e ao bloco de concreto, tem desempenho térmico superior.

Tijolo de Solo-cimento

Ele é feito de uma mistura de terra e cimento prensados. Também conhecido como tijolo ecológico, seu processo de fabricação não exige queima em forno à lenha e, por isso, não polui o ar e ainda evita desmatamentos. Para o assentamento, em vez de argamassa comum, é usada uma cola especial vendida pelos fabricantes do tijolo. Outro diferencial é que seus dois furos internos permitem embutir a rede hidráulica e elétrica, dispensando o recorte das paredes. Além disso, o sistema é modular e produz uma alvenaria uniforme, dispensando o uso excessivo de material para o reboco.

Bloco Cerâmico

Com ele, a obra ganha rapidez e economia. Segundo engenheiros e arquitetos, o bloco cerâmico gera uma economia de 30% no custo final da construção. Isto porque demanda menos tempo de assentamento (por ser grande), acelerando a construção das paredes. Outra vantagem é que esse tipo de material dispensa a etapa de recorte das paredes, pois as instalações elétricas e hidráulicas podem ser embutidas durante a execução da alvenaria. Por outro lado, as construções feitas com blocos cerâmicos estruturais não podem ser reformadas.

Bloco de Concreto

Se comparado ao tijolo comum ou ao de solo-cimento, o bloco de concreto rende mais porque a mão-de-obra executa a alvenaria mais rapidamente. É o mais resistente de todos e o desperdício causado pelas quebras do material é muito inferior ao tijolo baiano. Além disso, é preciso menos argamassa de assentamento e camadas mais finas de reboco, principalmente nas paredes internas. Mas, entre todas as opções, é o que oferece menor conforto térmico. Nas paredes externas, é bom optar por pintura acrílica para aumentar a proteção contra a umidade.

FONTE: Fórum da Construção

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